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Comissão infantojuvenil

IOV  –  ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE FOLCLORE E ARTES POPULARES

Comissão Infantojuvenil  IOV Secção Brasil:

 

A arte popular é uma forma de o ser humano expressar suas emoções, sua história e sua cultura por meio de alguns valores estéticos como: beleza, harmonia, equilíbrio. A arte popular pode ser representada por várias linguagens artísticas, em especial a música, mas também a escultura, a pintura, o teatro, a dança, entre outras.

A Comissão Infantojuvenil  IOV Secção Brasil pretende revelar os novos talentos infantis da cultura popular brasileira em todas as áreas.

Se você quer filiar seu filho na IOV Secção Brasil, especificamente na Comissão Infantojuvenil, entre em contato com o presidente da Comissão Pedro do Cordel e/ou a presidente da Comissão Acadêmica e Pedagógica, Profª Marlei Sigrist.

A IOV Secção Brasil está à procura de crianças talentosas e artistas por todo o Brasil, com idade entre 07 a 14 anos, que saibam atuar, cantar, interpretar, fazer artes manuais, tocar instrumentos entre outros talentos. Estamos falando de crianças desinibidas, cheias de personalidade e carisma, que gostem e/ou tenham curiosidade em estudar sobre o Folclore brasileiro, etc…

Mande um vídeo de, no máximo, dois minutos (pode ser caseiro, feito com celular deitado) para o email:  contato@iovbrasil.com.br   

As seguintes informações devem estar contidas no corpo do email: Por que você gostaria de participar da Comissão Infantojuvenil IOV Secção Brasil?

 

Proposta de Comissão Infantojuvenil

Finalidade

A Comissão Infantojuvenil, como o próprio nome indica, fará o acolhimento às crianças e jovens de 7 a 14 anos, que atuam em apresentações artísticas em suas comunidades e sejam associados da International Organization of Folk Art – IOV. Terá por finalidade principal oferecer oportunidades para praticarem suas atividades culturais e/ou educativas e desenvolvê-las de acordo com a capacidade de cada um, divulgando temas relacionados ao Folclore e outras manifestações artísticas e culturais afins.

 

Composição

A Comissão Infantojuvenil será formada por membros infantis e juvenis (7 a 14 anos) da IOV – Seção Brasil – que tenham interesse em mostrar suas produções artísticas ligadas ao Folclore e às Culturas Populares e Artísticas afins, bem como divulgar e propor atividades culturais, dentro de seus repertórios. A Comissão Infantojuvenil terá um associado adulto auxiliando como orientador em sua organização, discussões e propostas a serem apresentadas. Poderá ter, eventualmente, adultos voluntários no suporte à execução de projetos e eventos propostos por esta Comissão.

 

Atribuições

A Comissão Infantojuvenil terá como atribuições:

  • Propor metas e ações entre os seus membros e/ou outros interessados, visando a auxiliar na elaboração e execução de planos e/ou projetos que contemplem a divulgação do Folclore;
  • Participar com palestras ou bate-papos, em eventos realizados pela IOV-Brasil, sobre o trabalho da Comissão e de seus membros infantojuvenis.

 

Estrutura

A Comissão Infantojuvenil será estruturada da seguinte forma:

1 (um) membro adulto e 1 (um) membro juvenil responsáveis pela coordenação dos trabalhos e atividades internas à Comissão que responderão diretamente ao Presidente da IOV – Seção Brasil;

E seus demais membros infantojuvenis oficiais e permanentes da IOV – Seção Brasil – oriundos de diversos segmentos culturais que apresentam repertórios do Folclore e Culturas Populares Brasileiras.

 

Marlei Sigrist                                                                Clerton Vieira                      

Professora/Orientadora                                         Presidente IOV Secção Brasil

 

 

MEMBROS DA COMISSÃO INFANTOJEVENIL:

 

01 – Pedro Motta Popoff

São Paulo – SP

Presidente da Comissão:

A arte popular é uma forma do ser humano expressar as suas emoções, sua história e sua cultura por meio de alguns valores estéticos como.: Beleza, harmonia, equilíbrio. A arte popular pode ser representada por várias linguagens artísticas, em especial a música, mas também a dança, escultura, a pintura, o teatro, poesia e muitas outras.

A Comissão Infantojuvenil IOV Secção Brasil pretende revelar os novos talentos infantis  da cultura popular brasileira em todas as áreas.

Se você tiver interesse em filiar seu filho ou filha na IOV Secção Brasil -Comissão Infantojuvenil, entre em contato com o Presidente dessa área: Pedro Popoff ( Pedro do Cordel) 14 997315676 ( wathzap) ou producao@pedropopoff.com.br e ou a sua orientadora Prof. Fernanda Coll (18- 981618396)

A IOV Secção Brasil esta selecionando  crianças talentosas e artistas em todo o Brasil, com idade entre 7 a 14 anos, que gostam de atuar, cantar, interpretar, fazer artes manuais, instrumentistas, desenhos entre outros talentos voltados às tradições popuares.

Crianças  com vontade de aprender e principalmente divulgar o seu talento com carisma, que gostem ou tenham   curiosidade em estudar o folclore brasileiro e suas possibilidades.

Envie um vídeo de no máximo 2 min (pode ser caseiro, filmado com celular na  posição horizontal, para contatos acima ou mesmo para:  contato@iovbrasil.com.br

– Nome completo responsável

– Nome da criança

– Telefone de contato

– Email:

– Por que gostaria de participar da Comissão infantojuvenil  IOV Secção Brasil

– Escolaridade

– Endereço completo

– Idade

– Data de nascimento

Sejam bem vindos a Comissão IOV Infantojuvenil IOV Brasil

02 – Ricardo Adriano Noskoski                     ( Rick Gaiteiro)  

Rio Grande do Sul – RS  

   Da cidade de  Bento Gonçalves

É gaiteiro, cantor e compositor.

Atualmente tem uma música gravada e está preparando outras

Aprendeu a tocar gaita tecla aos 8 anos de idade e gaita ponto aos 12.

– Faz apresentações e lives divulgando seu trabalho através de redes sociais, facebook, intagram e youtube.

–  Rick Gaiteiro Toco em concursos de rodeios onde já conquistou vários troféus neste ultimo ano nas modalidades gaita ponto e gaita piano e na Vacaria conseguiu a 4° colocação nas duas gaitas.

– Participou do projeto Piazitos que tem como lema: No bolso de minha bombacha não cabe drogas que tem como objetivo divulgar as crianças e jovens artistas, assim fazendo outras crianças se espelharem nestes, incentivando a aprender musica e se afastarem de  maus caminhos.

– Toca músicas gaúchas, tradicionalistas e se aventuro em outros ritmos também Sou Filiado na Abramus – Associação Brasileira dos Músicos;

 

 

Raffael Galvão de Oliveira

Bahia – BA

– Filho de Joselita Galvão e de  Admilton Bispo de Oliveira.

– Nasceu em 22/11/2004 na cidade de Jequié e atualmente mora em lageado do Tabocal – Bahia.
Cidade Natal: Jequié – Bahia.
Cidade Atual: Lagedo do Tabocal – Bahia.
– Cursando o Ensino médio.
– Cursos: Libras, gerenciamento de projetos, edição de imagem e video, Marketing e publicidade.

– Escritor Cordelista,  sempre teve vontade de mostrar seus textos para as pessoasç

– É fascinado pelo folclore brasileiro principalmente pela cultura nordestina.

– Tem o  objetivo de levar a cultura e a literatura nordestina para os quatro cantos do Brasil, visando quebrar o preconceito existente com essa região tão maravilhosa, que é o Nordeste.

 

 

04   Maria Clara Bezerra Carlos 

Rio Grande do Norte – RN

Ela é cordelista e declamadora.

-Filha do poeta Cacá de Cirilo e da pedagoga Vera Lúcia Bezerra.

Nasceu em 10 de janeiro de 2007 na cidade de Acarí/RN e vive atualmente na cidade de Carnaúba dos Dantas/RN. Participou da oficina de cordel “Um Conto, um canto” na cidade de Caicó, através do projeto Chico Motta, desenvolvido pela Associação União do Sobrado, tendo como instrutor o poeta Djalma Motta.

– Em 2018 lança dois títulos intitulados: “Encontro de Poetas e Poetisas Mirins” e “Ser Criança”, lançado pela a Associação União do Sobrado.

– Em 2019 lança o título: “Chapeuzinho de Couro”, sendo este,uma releitura da fábula Chapeuzinho Vermelho, trazendo um pouco da realidade do nosso torrão sertanejo.

– Durante dois anos foi membro do Projeto Beco Cultural Artes nas Ruas, hoje Beco Virtual, que promovia atividades e oficinas mensalmente para a população do seu município.

– Dentro deste projeto, no ano de 2018 foi anfitriã do Primeiro Encontro de Poetas e Poetisas Mirins de Carnaúba dos Dantas, com a presença de 06 poetas e 02 poetisas de vários lugares do nosso estado.

– Em 2019, volta a ser anfitriã do Segundo Encontro de Jovens Poetas em sua cidade, tendo a participação de 12 poetas e poetisas, bem como o sanfoneiro mirim Raí Bezerra.

– É uma defensora das mulheres no cordel, bem como é membro do Projeto Poetas Mirins do RN.

– Já participou de vários eventos poéticos, programas de tv, programas de rádio, reportagem para blogs, tvs e outros.

– Atualmente tem um quadro intitulado “Poesias do Sertão”, que vai ao ar todos os sábados na rádio Serrana 87.9 da cidade de Lagoa Nova/RN.

– Seu nome de batismo artístico (Clara Bezerra), foi dado pelo o amigo e artista popular Toinho da cidade de Jardim de Piranhas/RN, que começou a chamá-la artisticamente por Clara Bezerra. Após adentrar no mundo poético e cordelístico, adotou  o nome Poetisa Clara Bezerra.

– É autora de algumas poesias, entre elas: Cuntinento; Abuso e exploração sexual infantil; Dia e noite; É a escola que eu vou estudar; O amor não tem medida; Sou Clara, sou Maria; É melhor prevenir e São João na minha infância. Cordéis publicados: Ser criança; Encontro de Poetas e Poetisas Mirins e Chapeuzinho de Couro.

 

 

03 – Pedro Daniel Moura Sousa

Ceará – CE. 

Tenho 14 (catorze) anos, nasci em Fortaleza, capital do estado do Ceará e sempre tive experiências com a cultura regional, sendo influenciado por meus pais e incentivado por minha família materna.

Foram as histórias de vida contadas por minha avó que impulsionaram meu prazer pelo saber popular, pela leitura e o desejo de representar em desenhos espontâneos essas e outras histórias.

Aprovo e exalto os movimentos culturais do meu país. Assim, diante de tudo que observei e vivenciei, pude perceber que o preconceito contra o nordestino, o preto, o pobre, entre outros, precisam ser erradicados, nascendo em mim o desejo de ser mais uma voz contra todo e qualquer tipo de intolerância.

Nesse sentido, pretendo me tornar historiador, a fim de perpetuar nossa história às próximas gerações. Através da leitura – livros, artigos, cordéis e outros recursos – descobri a importância e o potencial da arte na participação das manifestações contra a intolerância, esse sentimento tão nocivo e prejudicial para o convívio social.

 

Assim, vi nos desenhos, nas rimas e nas prosas uma forma de expressar meu orgulho, amor e paixão pela diversidade cultural do povo do Nordeste brasileiro: um povo guerreiro, alegre, bonito e cheio de amor. Nessa perspectiva, desejo que os meus desenhos possam expressar a verdadeira face do povo nordestino: espontânea, alegre, arretada, colorida ou preta no branco, povo castigado, mas que é genuíno com uma boa pitada de hospitalidade.

 

 

 

 

 

 

04 – Francine Maria Pessoa Romão 

Ceará – CE