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Gustavo de Carvalho Colares Moreira

“Apenas a cultura é capaz de unir um grupo de pessoas distintas, sem nenhum parentesco ou envolvimento social, e despertar dentro delas o sentimento de pertencimento e torná-las iguais dentro de uma realidade que se chama ‘comunidade’.” – Gustavo Colares é arquiteto e urbanista, folclorista, pesquisador, produtor cultural, empreendedor, presidente do Grupo Banzé e membro efetivo das organizações internacionais de folclore e artes populares IOV e CIOFF. Nascido em 1989 na cidade de Montes Claros, Norte de Minas Gerais, Gustavo atua na preservação e divulgação das tradições regionais através do trabalho interrupto do Grupo Folclórico Banzé iniciado pela sua avó, Zezé Colares, em 1968. É formado em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Medodista de Minas Isabela Hendrix, cursou História e Linguagem cinematográfica na Escola Livre de Cinema de Belo Horizonte, Curso Livre de Folclore e Cultura Popular pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do Rio de Janeiro, estudou ballet clássico na Escola de Ballet Cristina Helena além de passagens pelas danças contemporâneas, de salão e danças afro em diversas escolas mineiras e outros cursos de empreendedorismo, produção cultural e línguas estrangeiras no Brasil e no exterior. Participou como dançarino do Grupo Banzé desde 1997 passando por todos os estágios do grupo até se tornar Diretor Artístico e, posteriormente, Diretor Presidente da companhia em 2016. Gustavo participou e levou o Grupo Banzé em diversos festivais internacionais de folclore, atuou como coordenador cultural do X Festival Internacional de Folclore de Minas Gerais, promoveu diversas exposições e eventos do grupo, participou de ciclos de palestras, congressos e simpósios de folclore e cultura popular e ministrou palestras e workshops sobre folclore em diversas escolas e faculdades. Hoje, atua como arquiteto em seu próprio escritório e continua a frente do Grupo Banzé buscando valorizar e promover a interação da comunidade com seu folclore e tradições regionais acreditando que este é o único caminho de pleno fortalecimento e autoconhecimento de uma nação para alcançar o seu real desenvolvimento e destaque entre outras nações do mundo.