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Por que participar do I Congresso Brasileiro de Folcloristas – IOV Brasil?

IOV  –  ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE FOLCLORE E ARTES POPULARES 

 

Por que participar do I Congresso Brasileiro de Folcloristas IOV Brasil? Perguntas e respostas para mestres, pesquisadores e acadêmicos

 

Participar do I Congresso Brasileiro de Folcloristas – IOV Brasi não é apenas estar presente em um evento acadêmico. É integrar um momento histórico de articulação nacional em defesa do folclore, das artes populares, da memória cultural e dos saberes tradicionais do Brasil.

Seja como ouvinte, palestrante, pesquisador, mestre ou mestra da cultura popular, gestor cultural, artista ou estudante, cada participante representa um território, uma experiência, uma tradição e uma responsabilidade coletiva com o futuro da cultura brasileira.

Este Congresso nasce como espaço de escuta, diálogo, reconhecimento e construção conjunta. Não é apenas um encontro de especialistas, é um movimento de fortalecimento da identidade cultural brasileira.

Pela primeira vez nos anais de um Congresso com reconhecimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), mestres e mestras da cultura popular dividem oficialmente o protagonismo com pesquisadores acadêmicos, tendo suas falas legitimadas como registro científico. Trata-se de um marco histórico no Brasil: a oralidade, a vivência e a experiência tradicional reconhecidas como produção de conhecimento. Após o Congresso, os trabalhos apresentados serão publicados em anais oficiais, em revistas científicas e na organização de um livro editado pela UNIJUÍ – Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, ampliando o alcance nacional e acadêmico das contribuições construídas coletivamente.

Mas o Congresso vai além das publicações.

Ele culminará na elaboração da I Carta Brasileira dos Folcloristas — um documento histórico que reunirá diretrizes, propostas e compromissos para o fortalecimento das políticas públicas, da salvaguarda cultural, da valorização dos mestres e da inclusão do folclore nos processos educativos do país.

Como devo participar deste evento científico?

A participação pode acontecer de diferentes formas:

🔹 Como ouvinte

  • Escutando atentamente as comunicações e mesas temáticas;
  • Dialogando com respeito e espírito colaborativo;
  • Registrando reflexões para aplicar em sua prática cultural ou acadêmica.

🔹 Como palestrante ou comunicador científico

  • Apresentando pesquisas, experiências e práticas;
  • Contribuindo com análises críticas e proposições;
  • Estabelecendo pontes entre teoria e prática cultural.

🔹 Como mestre ou mestra da cultura popular

  • Compartilhando saberes tradicionais;
  • Oferecendo a perspectiva da vivência e da oralidade;
  • Reafirmando que o folclore não é apenas objeto de estudo, mas experiência viva.

🔹 Como acadêmico (graduação, mestrado, doutorado ou pós-doutorado)

  • Dialogando com os saberes populares;
  • Contribuindo com fundamentação teórica;
  • Propondo metodologias de registro, salvaguarda e difusão.

Participar significa assumir postura ética, colaborativa e propositiva.

Como posso contribuir para o futuro do folclore brasileiro?

O futuro do folclore depende de:

  • Registro responsável e respeitoso das manifestações culturais;
  • Fortalecimento das comunidades detentoras dos saberes;
  • Diálogo entre tradição e contemporaneidade;
  • Uso consciente das tecnologias digitais;
  • Formação de novas gerações de pesquisadores e praticantes;
  • Defesa de políticas públicas culturais estruturantes.

Cada participante pode contribuir:

  • Levando experiências exitosas de seu território;
  • Propondo redes de cooperação interinstitucional;
  • Sugerindo ações permanentes após o Congresso;
  • Comprometendo-se com a continuidade do trabalho coletivo.

 

Que sugestões posso levar para a elaboração da I Carta Brasileira dos Folcloristas?

A I Carta Brasileira dos Folcloristas será um marco histórico. Algumas contribuições possíveis:

  • Diretrizes nacionais para salvaguarda do folclore;
  • Recomendações para políticas públicas culturais;
  • Defesa da valorização dos mestres e mestras da cultura popular;
  • Propostas para inclusão do folclore nos currículos escolares;
  • Estratégias de preservação digital e documental;
  • Compromissos éticos para pesquisadores e produtores culturais;
  • Criação de uma rede nacional permanente de folcloristas.

A Carta deve ser plural, representativa e construída por todos os segmentos.

Como os temas e eixos das mesas fortalecem meu trabalho como folclorista?

Os eixos acadêmicos não são apenas organização temática, são caminhos de aprofundamento.

Eles permitem:

  • Atualização conceitual;
  • Ampliação de repertório teórico;
  • Conhecimento de experiências de outros estados;
  • Reflexão sobre desafios contemporâneos;
  • Integração entre tradição, território e tecnologia.

Ao participar das mesas, o folclorista amplia sua visão crítica, fortalece sua atuação local e integra-se a uma rede nacional.

 

Perguntas que as pessoas também fazem…

O Congresso é apenas para acadêmicos?

Não. Ele integra mestres da cultura popular, artistas, pesquisadores, gestores e estudantes.

Haverá diálogo entre saber científico e saber tradicional?

Sim. Este é um dos pilares do Congresso: reconhecer que ambos são fundamentais.

O evento terá impacto real?

Sim. A elaboração da I Carta Brasileira dos Folcloristas visa consolidar propostas concretas para o fortalecimento do campo cultural.

Minha participação faz diferença?

Faz. Cada presença representa um território cultural. Sem diversidade, não há representatividade.

Conclusão

Participar do I Congresso Brasileiro de Folcloristas é assumir um compromisso com o Brasil profundo, diverso e culturalmente vivo.

É compreender que o folclore não pertence ao passado, ele é presente, resistência, identidade e futuro.

Mais do que um evento, o Congresso é um marco de organização nacional.
Mais do que um encontro, é um chamado coletivo.
Mais do que uma programação, é uma construção histórica.

O futuro do folclore brasileiro começa com a participação consciente de cada um de nós.

 

Participar é assumir responsabilidade.

É contribuir com ideias, experiências e vivências do seu território.
É propor caminhos para a preservação digital e documental.
É fortalecer redes nacionais de cooperação.
É defender o folclore como identidade, resistência e futuro.

Os eixos temáticos do Congresso oferecem atualização conceitual, aprofundamento crítico e integração entre tradição, território e tecnologia. Ao participar, o folclorista amplia sua atuação local e se conecta a uma rede nacional comprometida com a cultura viva do Brasil.

Este Congresso não é apenas para acadêmicos.
Não é apenas para pesquisadores.
Não é apenas para mestres.

Ele é para todos que acreditam que o folclore é patrimônio vivo.

Mais do que um encontro, é um marco.
Mais do que uma programação, é um movimento.
Mais do que um evento, é a construção de um novo capítulo na história do folclore brasileiro.

O futuro do folclore começa agora.
E começa com a sua participação.

Nos vemos em Araçatuba.

 

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