IOV – ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE FOLCLORE E ARTES POPULARES
MESTRE IMORTAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DA CULTURA JUNINA
(Mestres Imortais)
O título de Mestre da Academia Brasileira da Cultura Junina é uma outorga honorífica máxima, concedida a personalidades cuja trajetória represente contribuição excepcional, continuada e reconhecida à cultura junina brasileira.
Critérios para Outorga
Poderá ser outorgado Mestre da Academia aquele que comprove:
- Trajetória mínima de 20 anos de atuação comprovada na cultura junina;
- Reconhecimento público como referência cultural em seu território ou região;
- Atuação relevante em pelo menos três dos seguintes campos:
- Criação artística (dança, música, figurino, coreografia, dramaturgia junina);
- Formação e transmissão de saberes;
- Pesquisa, registro ou documentação da cultura junina;
- Organização e fortalecimento de grupos, ligas ou movimentos juninos;
- Defesa institucional e política da cultura junina;
- Conduta ética, respeito à tradição e compromisso com a coletividade;
- Indicação formal por membros da Academia e aprovação pela instância diretiva.
O título é vitalício, simbólico e intransferível, representando o reconhecimento da Academia àqueles que sustentam a cultura junina com saber, prática e legado.
CATEGORIAS DE MEMBROS
01 – Equipe de Assessoria Estadual
(Representação por Estado)
Quem são:
Especialistas, agentes culturais, pesquisadores, artistas e lideranças juninas indicados em cada estado.
O que fazem:
- Atuam como elo entre a Academia e a realidade junina estadual;
- Mapeiam grupos, mestres, festivais e práticas culturais juninas;
- Auxiliam na organização de estudos, registros e pareceres técnicos;
- Contribuem para a formulação de políticas e ações acadêmicas regionais;
- Apoiam a indicação de novos membros e Mestres da Academia.
São os olhos e ouvidos da Academia nos territórios.
02 – Membros Representantes Delegados Regionais
(Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul)
Quem são:
Representantes escolhidos entre os membros da Academia para atuar em âmbito regional.
O que fazem:
- Articulam ações da Academia em nível regional;
- Representam a Academia em eventos, encontros e fóruns culturais;
- Coordenam o diálogo entre os estados da região;
- Levam às instâncias diretivas as demandas, propostas e realidades regionais;
- Fortalecem a unidade da cultura junina respeitando suas diversidades.
São pontes entre os territórios e a direção nacional.
03 – Equipe Diretiva da Academia
Quem são:
Presidência, vice-presidência, secretaria, coordenações e conselhos internos.
O que fazem:
- Conduzem institucionalmente a Academia;
- Deliberam sobre normas, diretrizes e ações estratégicas;
- Homologam filiações e outorgas honoríficas;
- Representam a Academia junto à IOV Brasil e parceiros institucionais;
- Garantem o alinhamento acadêmico, ético e cultural da instituição.
São os guardiões da missão, da ordem e do futuro da Academia.
04 – Mestres Imortais da Academia Brasileira da Cultura Junina
Quem são:
Mestres e mestras outorgados pela Academia por sua trajetória histórica.
O que fazem:
- Atuam como referências simbólicas e culturais da Academia;
- Inspiram novas gerações de artistas e pesquisadores;
- Contribuem com saberes, orientações e memória viva;
- Participam de cerimônias, conselhos e ações de valorização;
- Representam a ancestralidade, a legitimidade e a continuidade da cultura junina.
Onde há um Mestre, a cultura permanece.
UMA ACADEMIA COM RAIZ E VISÃO
A Academia Brasileira da Cultura Junina nasce para afirmar que a cultura junina é saber, é ciência do povo, é patrimônio do Brasil.
Ela integra os Núcleos Acadêmicos da IOV Brasil, dialogando com o mundo sem abrir mão da identidade, valorizando o passado para garantir o futuro.
Porque tradição que não se organiza, se perde.
E saber que não se reconhece, se cala.